CDL entrega requerimento solicitando a liberação do comércio em Soledade
Nesta quarta-feira, 08/04, o presidente da CDL de Soledade, Dalvori dos Santos Ortiz, entregou para o prefeito Paulo Ricardo Cattaneo um requerimento solicitando a liberação do comércio de forma responsável, onde a classe lojista e todo o comércio solicitam a permissão para realizar atendimentos presenciais, com um controle limitado a um cliente por vez dentro da empresa, sendo possível a realização de pagamentos e novas compras.
A entidade e empresas associadas requerem que sejam flexibilizadas as medidas constantes no último Decreto n.º 12982, para que seja permitido que os estabelecimentos comerciais, em especial dos lojistas, possam atender seus clientes de maneira presencial, com todas as recomendações da Secretaria da Saúde, com as portas fechadas e com limitação de atendimento de no máximo um cliente por vez, desta forma, se tornará mais cômodo ser feito na própria Loja, diminuindo filas e aglomerações em pontos credenciados a recebimentos, muitas vezes com exposição ao tempo, sem que estejam presentes os cuidados recomendados, o que pode ser visualizado in loco.
Além disto, os lojistas consideram que a inércia nas atividades, têm causado enormes prejuízos econômicos em toda comunidades, informando a possibilidade de demissão de funcionários, por não haver suporte financeiro suficiente para cumprir com o pagamento de seus salários e demais encargos trabalhistas, além das obrigações fiscais e para com os fornecedores; Visto isto, inclusive a iminente possibilidade de interrupção definitiva das atividades por absoluta falta de condições econômicas, decorrentes da paralisação continuada já por mais de 15 dias dos negócios, sendo que a atividade comercial é uma mola propulsora da economia, a qual gera empregos e renda promovendo arrecadação considerável aos cofres públicos, fazendo-se responsável por aproximadamente 60% dos empregos do município.
Salienta-se que o atendimento não presencial não atinge toda comunidade soledadense, visto a necessidade do cliente visualizar e experimentar roupas e ou acessórios, o que é uma escolha pessoal, atingindo um público que não tem o hábito de realizar compras virtuais.