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Mobilização de caminhoneiros na BR 386 em Soledade chega ao fim

Mobilização de caminhoneiros na BR 386 em Soledade chega ao fim
23.04.2015 14h18  /  Postado por: upside

A mobilização dos caminhoneiros não se consolidou em Soledade, um dos pontos de maior concentração dos motoristas. Por volta das 9h da manhã desta quinta-feira (23) mais de 100 caminhões estavam parados em pátios de postos de combustíveis às margens da BR 386, porém surpreendente já por volta das 14h o movimento se desfez e os motoristas parados seguiram viagem.
Ainda durante a noite de quarta-feira (22) alguns veículos foram apedrejados, especialmente na região entre Soledade e Fontoura Xavier. Conforme a PRF de Soledade, no total 12 veículos foram danificados e agentes já identificaram homens que estariam em um veículo e teriam cometido os atos.
Já durante a manhã, a manifestação foi pacífica, veículos de passeio e ônibus puderam transitar e por volta das 12h o trânsito de caminhões também fluía normalmente. Nenhum caminhoneiro foi localizado para falar do motivo do fim da mobilização porém a PRF de Soledade confirma que por volta das 12h foi feita uma ação onde os policiais orientaram os motoristas sobre a proibição de bloqueio, especialmente devido a liminar da justiça federal emitida no mês de março ainda estar em vigor. 
NO ESTADO:
Em nova onda de protestos, caminhoneiros bloqueiam pelo menos sete pontos de estradas no Rio Grande do Sul, na manhã desta quinta-feira. As interrupções por manifestantes acontecem na BR-470, em Veranópolis, na BR-285, em Ijuí, na BR-472, em Santa Rosa, no km 160 da BR-158, em Panambi, na RSC-287, em Venâncio Aires, na RS-155, em Santo Augusto, e no quilômetro 119 da RS-342, em Cruz Alta.
COMO TUDO COMEÇOU:
Após uma reunião entre governo federal e representantes dos caminhoneiros terminar sem acordo nessa quarta-feira, a categoria deflagrou uma nova greve nas estradas do País. Durante o encontro de ontem, os caminhoneiros reclamaram da falta de proposta do governo para a principal reclamação: o valor do frete. Anteriormente, uma reunião em março já havia terminado sem acordo. Na ocasião, o ministro dos Transportes, Antônio Carlos Rodrigues, disse que o governo pediu prazo para analisar a proposta de tabelamento. Na reunião, no entanto, o governo rejeitou a criação do frete mínimo.
Ao ouvirem a posição de Rodrigues e do ministro da Secretaria-Geral da Presidência da República, Miguel Rossetto, os caminhoneiros abandonaram a reunião, protestando e gritando: “O Brasil vai parar!”. Eles esperavam que o governo considerasse a autorização de uma tabela de fretes, uma vez que já havia afastado a possibilidade de reduzir o preço do óleo diesel, outra reivindicação dos caminhoneiros, exposta na paralisação de fevereiro.
 

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