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Em 2013 a economia gaúcha cresceu, mas não empolgou

Em 2013 a economia gaúcha cresceu, mas não empolgou
11.12.2013 08h30  /  Postado por: upside

A economia do Rio Grande do Sul em 2013 não se explica somente pela pujança da supersafra do setor agrícola. O setor industrial gaúcho vai fechar o ano com crescimento de apenas 1,6%. O valor é obtido quando se faz a média anual de 2012, ano de péssimo desempenho econômico em razão da estiagem, com o ano de 2013, ano da supersafra. A constatação foi feita pelo presidente da Fiergs, federação das indústrias do Rio Grande do Sul, Heitor José Muller, na reunião anual da entidade para divulgação do balanço da atividade industrial gaúcha. Para o presidente Heitor Muller a indústria gaúcha em 2013 andou de lado, sem conseguir acompanhar o crescimento do agronegócio.
O produto industrial gaúcho perde em competitividade com produtos de outros estados pelo fato da indústria gaúcha pagar mais pela logística e pela aquisição de matéria prima na negociação com o centro do país. A ausência de maior agressividade do estado gaúcho na guerra fiscal brasileira, também impõe ao produto industrial do estado, uma desvantagem em relação aos outros estados. A constatação é do presidente da Fiergs, Heitor José Muller, na reunião anual para divulgação de balanço da atividade no estado.
Investimentos na infraestrutura, rediscussão da diferença de 5% no ICMS que onera o produto gaúcho em relação aos de outros estados são alguns dos itens que poderiam melhorar o grau de competitividade da indústria gaúcha. A opinião é do presidente da Fiergs, Heitor José Muller.
O cenário projetado para a indústria nacional e gaúcha em 2014 é positivo. De acordo com Heitor José Muller, presidente da Fiergs, as melhoras nas economias americana e europeia indicam um ano um pouco melhor em relação a 2013. O ano da copa do mundo no Brasil e também de eleições gerais dará pouco impulso na economia brasileira. Para o presidente da Fiergs, o PIB brasileiro em 2014 será de 2,5% enquanto que a projeção para este ano, não passará de 2,2%.

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